With Desire
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» "With Desire" é uma história criada por mim e pela cáah. Não somos escritoras profissionais, portanto pode ter alguns erros de português na história, por favor, não liguem para isso ^^
» "With Desire" é uma simples história, criada apenas para a diversão dos leitores do blog.
» Pedimos que não levem essa história para outro lugar.
» Ao longo da história, poderemos mudar algo do início, caso isso aconteça, irei avisar.
» Eu mudei a letra e o tamanho da fonte da história para facilitar a leitura.
» "With Desire" é uma simples história, criada apenas para a diversão dos leitores do blog.
» Pedimos que não levem essa história para outro lugar.
» Ao longo da história, poderemos mudar algo do início, caso isso aconteça, irei avisar.
» Eu mudei a letra e o tamanho da fonte da história para facilitar a leitura.
Celine e Danna resolvem entrar na Floresta da Campina, ignorando as diversas histórias sobre montros e coisas ruins que dizem ter lá dentro.
Ao entrar lá, elas decobrem que é tudo verdade, mas é tarde demais para voltar.
Tomz, o ser mágico do mal que aterroriza os seres mágicos do bem na floresta, as aprisionam, mas antes de tentarem sair dali, elas tem que salvar os seres mágicos, que são feitos de escravos por Tomz.
Mas se fosse apenas isso, as meninas estariam felizes, o problema é que várias coisas ruins acontessem, mas alguém, escondido há anos, aparece para ajudá-las!
Ao entrar lá, elas decobrem que é tudo verdade, mas é tarde demais para voltar.
Tomz, o ser mágico do mal que aterroriza os seres mágicos do bem na floresta, as aprisionam, mas antes de tentarem sair dali, elas tem que salvar os seres mágicos, que são feitos de escravos por Tomz.
Mas se fosse apenas isso, as meninas estariam felizes, o problema é que várias coisas ruins acontessem, mas alguém, escondido há anos, aparece para ajudá-las!

“Meu nome é Celine Dayvons. Nos últimos dias, nada que acontece comigo é normal. Acredita que estou escrevendo em um diário? Não tem como! Não sei o que deu em mim para eu escrever em um diário. Acho que foi depois que eu entrei na Floresta da Campina. Ah, e eu nem falei da Floresta não é mesmo? Então, vou contar uma história de como foi lá!”
– Cel! Corre aqui! Você não vai acreditar no que eu vou te mostrar! – Gritou Danna, a amiga de Celine.
– O que foi Danna? A aula vai começar agora! – Disse Celine.
– Você não vai se arrepender nem um pouquinho! – Disse ela.
– Já estou indo! – Gritou Celine.
Ao chegar onde Danna estava, Celine teve uma surpresa! Ela havia achado uma passagem para entrar na Floresta da Campina.
– Que – de – mais! – Meio que soletrando disse Celine.
– Eu te avisei! – Disse Danna.
A Floresta da Campina era linda, porém ninguém nunca havia ousado entrar nela, diziam que lá era moradia de monstros canibais! E fora que lá era aterrorizante!
– É melhor agente ir embora Danna! – Disse Celine já assustada com tamanho encanto.
– Claro que não! Vamos aproveitar, pois se descobrirem estaremos fritas! – Disse Danna, com ar de entusiasmo.
– Você não tem medo não Danna?
– Medo de quê Cel?
– Dos “monstros” que dizem que tem aqui, e de descobrirem que viemos.
– Claro que não! “Faça sua vida uma aventura!” – Disse Danna.
– Eu fico impressionada em ouvir você dizer isso! Será que ser mortas por monstros, ou sermos expulsas da escola é tornar a vida uma aventura? Realmente, uma aventura ficar sem computador! – Disse Celine preocupada com as conseqüências de tamanha aventura.
– Não se preocupa, ninguém vai nos descobrir. Não se você parar de gritar. – Disse Danna olhando para os lados.
– Xii, desculpa! Espero que as irmãs Stwart não tenham ouvido nada! – Falou meio preocupada.
“Ah, não contei das irmãs Stwart! São duas gemas. Loiras, e metidas, são ricas e por isso se acham superiores. Desde a infância éramos muito amigas, mais depois dos seis anos tudo mudou, tudo porque comecei a ser amiga de Danna, como elas não gostavam da Danna por ela não ser tão rica como elas, não a aceitaram e me mandaram escolher entre elas ou Danna, ao perceber a discriminação falei que preferia a Danna e toda rivalidade começou, e foi crescendo com o passar dos anos e hoje nem nos olhamos na cara a não ser quando estamos perto de nossas mães que são amigas e até hoje não sabem de nossas brigas, mal sabiam elas que Danna hoje seria tão rica como nós.”
Voltando pra Floresta…
– Esquece esses despachos de grife – Disse Danna como sempre falava das Stwart, imitando a fala da novela.
– Vamos ou não Cel? Vai perder essa chance? Ainda faltam 20 minutos pra aula começar, dá tempo da gente olhar tudo rapidinho e voltar pra sala como se nada tivesse acontecido.
Celine pensou um pouco e logo aceitou.
– Tudo bem, tudo bem, vamos logo, mas nada de demoras ok?
– Eba – Comemorou Danna puxando Celine pela mão para dentro da cerca quebrada.
Ao entrar pela cerca elas sentiram um arrepio e logo se olharam. Os olhos de Danna brilhavam de coragem e ao mesmo tempo de medo, pela primeira vez em anos Celine não entendia o que ela queria mostrar.
Continuaram andando e pisando com cuidado para não fazer barulho, já que lá havia tanto mato, galhos secos e folhas no chão.
Com um segundo de descuido, Danna pisou em galhos e fez um barulho tão alto que Celine se assustou e chegou a tirar os pés do chão. Mas ao olhar pra Danna ela não havia nem se tocado no barulho que havia feito e ficou imóvel. Então Celine a chamou pelo seu nome e foi começando a chamar sua atenção, quando percebeu que Danna não se mexia, nem ao menos a olhava, Celine se assustou. Ela Correu para perto dela e a puxou pelo braço. Ela mexeu com a cabeça e a olhou querendo saber o porquê da ignorância de Celine, então ela falou que ela estava imóvel e parecendo viajar.
– Ai Celine, o que foi? – Pergunto Danna com a mão no braço.
– Você nem se mexia Danna, o que foi? Ficou imóvel assim do nada e nem percebeu que pisou em um galho e fez o maior barulhão. – Perguntou Celine preocupada.
– Desculpa Cel, eu nem tinha percebido, fiquei encantada com tudo aqui.
– Com tudo o que? Esse bando de mato e folhas secas? – Flou com um ar de ironia.
– Ai Cel, você não repara nada mesmo, né? Olha ali. – Danna falou com os olhos brilhando e apontando para longe.
Pode parecer inacreditável, mas é verdade.
Quando Celine olhou, viu uma árvore enorme, brilhante, com maças parecendo com Rubis maravilhosos, com um brilho que chegou a quase cegar. Sua copa era tão alta que elas chegaram a encurvar seus pescoços. Perto dela havia algo se mexendo, mas não conseguiram ver direito o que era. Aos redores da árvore não havia nem mato nem as folhas secas que tanto as incomodavam. Sem lembrar até mesmo de Danna Celine saiu correndo encantada com a árvore. Quando ouviram um barulho estrondoso, derrepente o encanto passou, quando olharam para trás viram que o cercado havia desaparecido e no seu lugar apareceu um imenso paredão de ferro que se formou frente aos seus olhos. Celine deu um grito ao ver isso e também ao ver algo se mexendo por trás de uma das árvores da floresta.
– Danna o que foi isso? Como vamos sair daqui? – Celine saiu correndo em direção ao paredão na esperança de conseguir fazer algo.
– Calma Cel, não faz isso, não vai adiantar de nada. Acho que já sei o que aconteceu!
– Ã? Como assim já sabe o que aconteceu? Me fala agora Danna. – Celine parou de correr, minha voz estava em um tom que nem eu a reconheci, demonstrava tamanho ódio que nem ela jamais havia sentido por alguém, nem pelas Stwart.
– Credo Cel, não fala assim, você me assusta.
Danna começou a chorar e se sentou em um pedaço de toco quebrado.
Celine deu um pigarro e olhou para traz, voltando correndo ao encontro dela.
Celine se agachou e pediu desculpas.
– Me fala agora Danna, o que foi isso? Fala logo que eu to me assustando.
Celine preferia nem ter feito essa pergunta, porque infelizmente teve uma resposta.
– Celine, antes de encontrar essa entrada eu conversei com a Mary. Ela me falou que já entrou aqui, e que tudo isso aconteceu com ela também.
– Então porque me trouxe aqui Danna?
– Porque eu não acreditei em nada Cel, achei que fosse só mais uma das mentiras dela.
– E o que foi que ela falou?
– Quando entramos na Floresta, somos trancafiados por um monstro, um monstro terrível, que nos encanta com tudo o que ele possui, nos enfeitiça e nos joga contra qualquer pessoa que estiver conosco. Mas na verdade ele quer nos desafiar. Desafiar-nos a salvar a Rainha Hannah, ela e todo seu reino, que está trancado dentro de um castelo sendo sacrificadas por este monstro. Primeiro ele tentará nos jogar uma para matar a outra, depois desafiará a vencedora e salvar as fadas, e caso não consiga…
– E caso não consiga, o que acontece?
– Seremos mortas.
Por um momento Celine não acreditou e soltou um riso estérico, com mistura de medo e ironia. Ela ficou séria e viu que tudo poderia ser verdade.
– Mas e como a Mary se safou?
– Isso ela não fala de jeito nenhum Cel, quando fiz essa pergunta para ela, ela saiu correndo e chorando esteticamente para outro canto.
No rosto de Celine caiu uma lágrima, deixando seu rastro até pingar ao chão.
– Me desculpa Celine, eu não deveria…
Foram interrompidas por gritos altos e sons de choros.
Ao olharem para a direção de onde o som vinha, viram as Irmãs Stwart, Jenny e Katy. Elas vieram chorando para os seus lados e pedindo ajuda, falando para a Danna e Celine tirarem elas de lá, ou as processaria.
– Ã? O que vocês estão fazendo aqui? Seus despachos de grife. – O ódio de Celine era tanto que apelou para o apelido.
– Por favor, ajuda a gente. – Disse Katy, a mais mandona e que comanda a sonsa da Jenny.
– O que vocês estão fazendo aqui?
– Ér… Nada que te interessa sua cabeça de lesma. – Disse Jenny.
– Cala a Boca Jenny, não piora as coisas, a gente ta fazendo a mesma coisa que vocês, visitando a Floresta da Campina. Estávamos escondidas ali atrás e á procura de alguma coisa pra ferrar vocês, mas agora que ouvimos a conversa estamos dispostas até a nos unirmos a vocês para sairmos logo daqui. Caso toda essa história seja verdade, acho que não vai adiantar mais desespero, vamos nos manter consciente e tentar logo salva essa tal de Rainha Hannah.
– Tem razão Katy, pela primeira vez falo alguma coisa que se preste. Mas agora prestem atenção não fiquem olhando para dentro dos Rubis ou das outras pedras, além de tudo que eu falei isso é a única coisa que sei. – Disse Danna enxugando suas lágrimas.
– Vamos lá meninas. Vamos para aquela árvore ali, vejo que lá dentro tem alguma coisa. Vamos ficar sempre perto uma das outras… Não sabemos que tipo de monstro é esse. Quem sabe um humano psicopata, um demônio da floresta… Ou até mesmo um anjo da morte. – Ao falar tudo isso Celine se arrepiou, pois sabia que logo iria descobrir que monstro era, e isso começava agora.
A tensão era grande, Celine mal podia respirar. Surpreendeu-se cosigo mesma ao ouvir seu celular tocando. Como não havia pensado nele antes? Quem seria? Agora sim poderia se salvar. Ela Atendeu seu celular em um susto, tendo alguma esperança.
Todas as meninas comemoraram, mas a chamada era a cobrar e ela conseguiu atender mesmo não tendo crédito. O número era restrito e ela não reconheceu a voz que a falou o seguinte:
– Celine?
– Sim, sim quem é?
– Você não me conhece, mas eu te conheço. Gostando da minha floresta? –
O tom da voz engrossou ainda mais. – Espero que sim. Acho que vocês já sabem de mais sobre ela não é mesmo? E como você mesmo falou garota insolente, eu sou um anjo da morte, que vai desafiar vocês.
– Ã? Que brincadeira é essa? Pare com isso agora. Onde você está? O que eu faço para sair daqui? Deixe-nos ir embora, por favor.
– Como ir embora? A brincadeira pleno começou, e você já quer parar de brincar? Vamos a uma charada, a primeira e mais fácil de todas, caso erre esta… O certo é o certo. E o barulho agora se ouve, não tema sobre a trilha, pise com cuidado e nos lugares mais limpos. Lembre-se sempre: nunca devemos confiar em um anjo da morte.
Então ele desligou, e quando se aproximaram de Celine viram o celular derrepente apagando. Todas queriam saber o que ela estava conversando e Celine as explicou.
– E agora? Como decifrar isso? Ele disse que é fácil, então prestemos atenção.
– O certo deve ser o errado, então não devemos acreditar nele, vamos mudar tudo, não se ouve barulho… E não vai estar limpo, devemos temer sobre a trilha e pisar nos lugares que estejam sujos. Agora o que isso quer dizer? – Danna diz pensando.
– Um lugar sujo, que tememos ter algo perigoso… Já sei gente. Os galhos e folhas secas, neles podem ter cobras ou armadilhas. É por eles que devemos passar. – Disse Celine.
– Mas e se tiver mesmo as cobras e armadilhas? – Disse Katy com cara de assustada.
– Mas é por ai que devemos passar. – Disse Jenny com cara de quem estava pensando.
Todas a olhou assustadas. Como Jenny iria ter falado uma coisa certa? E principalmente sem medos ou frescuras.
– O que foi gente? Não é isso mesmo que devemos fazer? Mas claro com muita atenção.
– Tem razão, de esse tal demônio disse isso, então é. Ou acham que tudo aqui vai ser seguro para nós? – Katy.
– Ai se o meu celular desse linha aqui. Mas não dá. Só esse Anjo da Morte, e não demônio consegue falar com a gente. Eu que não quero mais ficar com esse celular.
– Calma Cel, guarda ele, nós vamos precisar dele sim. Como vamos saber aonde ir? O que fazer? Fica com ele, você sabe que precisamos.
Celine guardou o celular em silêncio.
– Vamos andando por essas folhas e galhos secos então? – Disse Jenny.
– Antes só gostaria de saber uma coisa. Onde você guardava essa personalidade?
– Não é hora para isso, ok? – Jenny falou irritada.
Elas saíram andando pelo meio de todas as folhas, olhando para o chão, com medo de encontrar, ou melhor, serem encontradas por alguma cobra ou outros tipos de bichos peçonhentos.
Já estava andando a cerca de 2hs e o cansaço estava atrapalhando. No caminho pararam em alguns pontos para descansar. O cansaço acabou as distraindo e pisamos em falso. No meio de todas as folhas e matos existia um imenso buraco. Elas caíram todas ao mesmo tempo, e demoramos alguns segundos para estar no seu fundo.
– Meninas, se machucaram? Ta tudo bem com vocês? – Perguntou Danna.
– To bem e vocês? – Respondeu Celine.
– Só quebrei uma unha, mas fora isso tudo bem. – Disse Jenny com seu novo ar sério, mas sem deixar algumas frescuras.
– Estou bem. – Respondeu Katy, sem acrescentar mais nada.
– Como vamos sair daqui? – Perguntou Celine.
– Por cima é impossível este buraco é bem fundo. Vamos tentar ir para lá. – Apontou Katy para um canto escuro do buraco que parecia ter uma entrada.
– Mas nessa escuridão? – Disse Danna.
– Calma eu acho que devo estar com minha caneta que acende aquela luz, que ninguém suporta. – Disse Jenny.
Pela primeira vez gostaram da tal caneta.
– Gente antes vamos comer alguma coisa. Alguém trouxe um lanche? – Celine perguntou ao som do seu estomago roncando.
– Eu não trouxe nada. – Disse Danna
– Nem eu. – Disse Katy
– Eu também não. – Disse Jenny
– Ótimo, estamos perdidas e sem comida! – Exclamou Celine.
– E sem água! – Lembrou Jenny só para aumentar a frustração das meninas.
As quatro foram pela entrada escura, mas lá era muito úmido. Elas estavam pisando em poças, que cada vez mais ficavam maiores, e mais fundas, até que chegaram a um ponto que elas já andavam sobre um pequeno rio.
– Pessoal, e se tiver algum bicho nesse rio? – Perguntou Danna com muito medo.
– Esse rio é muito raso para ter algum bicho. – Respondeu Katy.
– Claro que não! Com essa quantidade de água qualquer cobra nada! E peixes perigosos também. – Disse Jenny.
Jenny, Danna, Katy e Celine a essa altura estavam morrendo de medo. O rio ficava cada vez mais fundo.
– Estou com medo de cobra. – Disse Celine.
– Estou com medo de tantas coisas, se eu te falar cada uma delas, você vai começar a gritar como sempre faz! – Disse Danna irritada com Celine.
– Obrigado Danna, por dizer que eu vivo gritando!
– Mas é verdade, se uma mosca posa em você, é motivo de gritar! – Disse Danna.
– Que engraçado, eu nunca fiz isso Danna. – Se defendeu.
– NUNCA? O que?!
– Isso mesmo, eu nunca gritei por causa de uma mosca.
– Você está brincando Celine? E semana passada que você gritou tão alto por causa de uma mosca, que a diretora ouviu e foi ver o que era?
– Fica quieta Danna! Você não sabe de nada. – Finalizou Celine irritada com Danna.
O clima estava péssimo, Danna e Celine haviam brigado por causa de um grito da Celine de semana passada, todas estavam com muito medo daquele rio que já estava escuro, de tão fundo, e ainda por cima, elas começaram a ouvir barulhos estranhos vindos do fundo da água.
Todas pararam. O barulho aumentou. Celine soltou um grito.
– Eu te falei! Você grita por qualquer coisa! – Disse Danna com ar de vitória.
– Se você não percebeu, eu não estou mais falando com você Danna. – Disse Celine nem ligando para o que Danna disse.
O barulho aumentou. Todas gritaram. A água começou a vibrar. Vinha do fundo do rio, e Danna, a mais corajosa das quatro, disse convencida:
– Vou mergulhar para ver o que é.
– Você é doida Danna? Eu não gosto de você, mas também não quero que você morra. – Disse Jenny.
– A água está muito escura Danna, você não vai conseguir ver nada! – Disse Katy.
Todas olharam para Celine esperando ela dizer algo.
– Vai se você quiser.
– Eu vou. – Disse Danna mais convencida do que nunca.
– Eu já disse Danna, a água está muito escura, você vai se arriscar à toa! Você não vai conseguir ver nada, vamos esperar, talvez seja algum bicho, quem sabe ele não vai embora logo!
– É verdade Danna, vamos esperar, ou passar por cima desse tal bicho. – Disse Jenny.
– Vocês têm razão. Vamos passar por cima desse bicho!
– Eu não vou! E se ele for grande e nos pegar? E se for o tal Anjo da Morte?
– Fica quieta Celine! Pare de nos assustar, e vamos passar logo por esse bicho! – Disse Danna.
As meninas, inclusive Celine, foram andando em direção ao bicho devagar, tentando não fazer barulho. A água já batia à cima de suas cinturas. O barulho diminuía cada vez que elas iam chegando mais perto. Até que parou completamente.
– Viva! O barulho parou! – Gritou Jenny.
– Que bom! Vamos passar logo daqui e ir embora. – Ao terminar de pronunciar as últimas palavras, o barulho voltou, mais alto do que antes.
Todas se assustaram, e Katy começou a chorar.
Parecia que o barulho estava bem à frente delas, mas mesmo assim elas continuaram andando. Elas foram andando, andando, e elas perceberam que o barulho já estava a traz delas.
– Não acredito! Não era bicho nenhum! Passamos do barulho! – Disse Katy feliz.
Neste momento, Danna sentiu algo muito grande passando entre suas pernas.
– O bicho! O bicho! O bicho! Passou entre minhas pernas agora! Corram! – Gritou Danna o mais alto que pôde.
As meninas começaram a correr, mas havia muitas pedras no fundo do rio, e Jenny tropeçou em uma e caiu.
– Danna, Celine, esperem, cadê a Jenny? – Perguntou Katy.
– Jenny! Jenny! Cadê você? – Gritaram as três.
– Pessoal! Eu caí! Me ajudem. – Disse Jenny se levantando do meio do rio.
– Nossa Jenny, você nos deu um susto! – Disse Katy enquanto ia andando ao encontro de Jenny. Mas antes que isso pudesse acontecer, algo puxou Jenny para dentro da água.
– Jenny! – Gritou Katy.
– Socorro! – Tentou gritar Jenny no meio da água.
Danna e Celine que estavam distraídas perceberam o que estava acontecendo e foram correndo ajudar.
Elas tentaram puxar Jenny, mas era inútil, o que a puxou para dentro da água foi rápido de mais, ela já havia sumido.
– Será que ela morreu? – Perguntou Katy choramingando.
– Acho que não. Ele só deve esconder ela, para dificultar tudo! – Disse Danna com um ar de mistério.
– Dificultar o que? – Perguntou Celine curiosa.
– A nossa busca pelos seres mágicos. – Danna.
– Mais ele quer ou não que nós salvamos esses seres?
– Não, ele não quer! Elas trabalham de graça para ele. Ele só quer que nós tentemos salvar elas, e como ele tem certeza que ninguém irá conseguir, ele nos matará!
– Mas porque eles trabalham de graça para ele?
– Você acha que eles têm escolha? Se não trabalharem para ele, eles serão mortos!
– Mas Danna, Celine, nós vamos salvar a Jenny? – Perguntou Katy ainda choramingando.
– Vamos sim, mas devemos salvar primeiro os seres. – Disse Danna.
– Mas e a Jenny? E se ele a matar? Devemos salvar ela primeiro, e ela nos ajudar na busca! – Disse Katy.
– Não! É isso que ele quer, que nós salvemos a Jenny primeiro. – Disse Celine.
– Mas porque não? – Perguntou Katy.
– Ele deve nos achar forte o suficiente para salvá-los. Por isso que raptou Jenny, para nós irmos atrás dela, mas ele provavelmente a escondeu em um lugar muito perigoso, e com certeza, se formos atrás dela, iremos morrer, e ele fica aliviado, pois nem tentamos salvá-los, porque se nós tentarmos, iremos conseguir! – Disse Danna.
– Nossa! Como vocês são espertas! Mas e se Jenny estiver sofrendo? – Perguntou Katy.
– Ele não machuca, ele faz as pessoas se machucarem, e ele não mata, ele faz as pessoas se matarem. – Disse Danna.
– E se ele fizer a Jenny se machucar ou até se matar? – Perguntou Katy já chorando.
– Não. Ele não quer que ela se machuque. – Disse Danna.
– Como você sabe? – Perguntou Katy um pouco mais aliviada.
– Ele não é de fazer isso! – Disse Danna.
– Mas como você sabe? – Insistiu Katy.
– Err… Sabendo! Eu imagino isso! – Disse Danna meio apavorada.
As três continuaram andando. Quanto mais elas seguiam o caminho, mais a água do rio ia baixando e ficando mais clara. Finalmente elas acharam a saída! Agora só falta achar os seres mágicos e Jenny.
Primeiro elas escutaram um forte barulho, como algo muito grande passando entre as folhas da floresta. Depois, muitos pássaros saíram voando de uma árvore que estava atrás delas. E finalmente ele apareceu.
Era um simples humano, mas parecia ser maior, mais forte, poderoso. Era o anjo da morte.
– Eu era como vocês, um simples humano, mas quando descobri a Floresta da Campina, e a magia que há nela, resolvi me vingar de tudo.
– Se vingar de que? – Perguntou Celine.
– Os seres mágicos não me aceitaram, eu era jovem, e fiquei encantado com a beleza deste lugar, mas eles não me deixaram ficar aqui. Eles me expulsaram desse lugar, disseram que seria perigoso eu ficar aqui, porque se outras pessoas descobrissem esse lugar, ele poderia ser destruído. – Disse o Anjo da Morte.
– Mas porque você não as obedeceu? Se gostasse de verdade desse lugar, iria querer o bem dos seres mágicos e do mundo deles! – Disse Danna.
– Mas eu queria! Porém eu queria ficar aqui! Esse era o único lugar onde eu podia ficar sozinho, sem ninguém dizer que eu estava errado… – Disse o homem com um ar de tristeza. – Mas eu encontrei Emma, e tudo mudou!
– E quem é Emma? – Perguntou Katy.
– Era uma doce fadinha, que como eu, ela se revoltou com esses seres imundos! Nós dois nos juntamos, e ela me deu poderes! Mas infelizmente ela não sobreviveu na hora de me passar os poderes, ela sempre foi pequenina e frágil. E até hoje eu procuro alguém para substituir Emma. E se eu encontrar, eu darei poderes a essa pessoa, e poderemos governar a Floresta da Campina, esse lugar será nosso! O que acha disso Celine?
– Eu? – Perguntou Celine. – Uma péssima idéia, já que iremos salvar eles.
– Mas acho que vocês não irão conseguir, já que sou mais forte do que eles. Vocês acham que porque elas até hoje são meus escravos, já que poderiam fugir usando seus poderes? Porque eu sou mais forte do que eles!
– Mas nós iremos conseguir! – Disse Katy.
– Celine, ouça bem, poderemos governar este lugar, eu e você. Teremos poderes, e nenhuma criatura poderá contra nós! Pense nessa proposta Celine, pois não é todo dia que alguém te oferece poderes. – Disse o Anjo da Morte.
– Pode desistir! Celine não irá se juntar a você nunca! – Disse Danna.
– E quem disse isso? Estou cansada de você Danna! A única coisa que você faz é falar mal de mim! Eu cansei! Estou caindo fora, agora é você e Katy. – Disse Celine.
– Você está brincando, não é mesmo? Nós vamos salvar os seres mágicos! Agora você está do lado do mal? – Perguntou Danna.
– Parece que sim Danna. – Disse Celine com um ar frio e convencido.
– Muito bem Celine, agora vamos, eu quero te passar os poderes ainda hoje. – Disse O anjo da morte.
– Não Celine! Você não pode, mesmo que brigamos, ainda somos amigas! – Disse Danna.
– Eu já me decidi, quero ter poder, quero que todos me respeitem! – Disse Celine, indo embora com o Anjo da Morte.
– Danna, e agora? O que faremos? Celine está do lado do mal, teremos que matá-la para salvar as fadas e Jenny? – Perguntou Katy quase chorando.
– Não sei, se ela nos atacar, nós atacaremos ela.
– Mas ela é sua amiga, você não pode matar sua melhor amiga!
– Ela não quer mais ser minha amiga, Katy, ela quer ser poderosa.
– Mas ela deve estar estressada, ela deveria pensar, e não dar a resposta na hora como ela deu. E se ele a enfeitiçou para ela ir para o lado dele?
– Pode ser, mas agora é tarde demais, vamos salvar as fadas.
– Não! Ela é sua amiga, e antes de salvarmos os seres, iremos salvar a Celine, porque depois que ela tiver poderes, nunca mais poderá voltar para o lado do bem!
– Você acha mesmo que devemos salvar a Celine, Katy?
– Claro que sim Danna! Vamos atrás deles!
– Então vamos. Mas e se ela não estiver enfeitiçada? – perguntou Danna preocupada.
– Não importa! Enfeitiçada ou não tentaremos trazer Celine de volta!
– Mas como iremos achá-la?
– Você se lembra da charada? “O certo é o certo. E o barulho agora se ouve, não tema sobre a trilha, pise com cuidado e nos lugares mais limpos. Lembre-se sempre: nunca devemos confiar em um anjo da morte.”
– É mesmo Katy! Talvez se formos pelos lugares mais sujos, poderemos encontrá-los!
– Mas tem tantos lugares sujos aqui, será muito difícil achá-los!
– Não! Eu tenho um plano.
– E qual é Danna?
– Se não devemos confiar em um Anjo da Morte, então porque estamos confiando que não podemos confiar nele?
– Então podemos confiar nele?
– É só não escutar o que ele disse! Porque ele nos daria uma dica? Ele quer o nosso mal! Vamos passar pelos lugares mais limpos, como há poucos nesse lugar, será fácil achá-los!
– Boa idéia Danna!
Nesse momento, Danna e Katy escutam um forte barulho, muitos pássaros começam a voar, elas escutam o barulho de vários animais correndo.
– Deve ser o Anjo da Morte voltando! – Disse Katy desesperada.
– Não Katy, eu acho que ele se irritou, porque desvendamos a charada dele!
Katy e Danna foram andando pelos lugares mais limpos, evitando pisar em folhas e galhos, certamente teria alguma armadilha.
No topo de uma grande montanha, as duas viram um clarão.
– Ele deve estar passando os poderes para Celine! Tarde de mais, nunca chegaremos naquela montanha a tempo! – Disse Danna choramingando.
– Deve ter algum jeito Danna, não fique triste, vamos chegar lá a tempo sim!
– Mas como Katy? Ele deve estar passando os poderes para ela agora! Daqui a poucos minutos ela será como ele!
– Tive uma idéia que pode dar certo! – Disse Katy.
– Diga!
– Pedimos ajuda a algum ser mágico deste lugar!
– Mas eles não estão trabalhando para o Anjo da Morte? Eles não podem sair de lá.
– Isso é mesmo… Mas será que não há nenhum ser mágico pela floresta não? O Anjo da Morte pegou todos? – Perguntou Katy.
– Não, ele não pegou todos! – Disse uma voz fina vinda de traz de uma pequena árvore. – Muitos seres mágicos conseguiram escapar do Tomz!
– E quem é Tomz?
– Tomz é um nome que demos ao Anjo da Morte, na língua oficial dos seres mágicos, Tomz significa “perigoso”.
– E você é um ser mágico?
Nesse momento, esse ser começou a sair de traz da árvore, ele não era nem muito grande, nem muito pequeno, era azul claro com manchas pretas, tinha orelhas engraçadas, e patas parecidas com de cachorro, mas andava sobre apenas duas, como os humanos.
– Sou sim! Eu e mais aproximadamente 2.000 seres mágicos vivemos escondidos do Tomz, se ele souber que nós existimos, irá nos pegar!
– E há fadas no esconderijo? – Perguntou Katy emocionada, seu sonho era ver fadas.
– Há poucas, por serem frágeis, elas são facilmente pegas! Porém elas são os seres mais rápidos da Floresta, e foi com isso que essas poucas fadas conseguiram escapar!
– E qual é o seu nome? – Perguntou Danna.
– Meu nome é Shagtyn, que na língua oficial dos seres mágicos significa “chefe de uma pequena tribo”. Ganhei esse nome depois que criei o esconderijo dos seres mágicos.
– Então você é chefe do esconderijo? – Perguntou Danna.
– Sou sim!
– Shagtyn, você pode nos ajudar? – Perguntou Katy.
– Farei o que puder!
– O Tomz pegou nossa amiga, e vai passar o poder dele para ela, e isso está acontecendo neste momento no topo daquela montanha, tem como você nos levar com sua magia para lá? Precisamos chegar o mais rápido possível!
– Mas não tem como o Tomz passar os poderes para ela sem ela querer! – Disse Shagtyn.
– Mas ela quis, achamos que ela está enfeitiçada. – Disse Katy.
– Ela pode estar enfeitiçada sim. Mas o Tomz não sabe passar poderes para outra pessoa! O único ser mágico que sabia fazer isso, era a Fada Emma, mas ela já morreu. – Disse Shagtyn.
– Então o que ele está fazendo? – Perguntou Danna preocupada.
– Ele pode estar roubando toda a energia de sua amiga, assim ele terá mais poder para fazer maiores magias. – Disse Shagtyn.
– Então ele a enganou? – Perguntou Katy.
– Acho melhor vocês irem logo para a montanha! – Disse Shagtyn fazendo um barulho estranho com a boca, e em seguida, apareceram seres mágicos com assas.
– Eles te levarão em segundos para a montanha, depois das fadas, eles são os seres mais rápidos e fortes! – Disse Shagtyn. – E espero que consigam trazer sua amiga de volta.
– Obrigada Shagtyn! – Disse as duas.
Os “Pássaros Mágicos”, como disse Katy, eram rápidos mesmo, em exatamente 2 segundos, elas já estavam no topo da montanha.
– Obrigado Pássaros Mágicos! – Disse Katy.
– Katy! Esse não é o nome deles! – Disse Danna.
– Então qual é?
– Somos os Froutgh, que na língua oficial dos seres mágicos significa “rápido e forte”. – Disse um dos Froutgh.
– Obrigado! Agora temos que ir salvar minha amiga! – Disse Danna.
– Tudo bem, ficaremos aqui caso precisem de ajuda!
Apesar do receio deles também serem capturados, Danna e Katy aceitaram a ajuda.
Danna e Katy foram correndo para lugar de onde vinha toda aquela luz. Ao chegarem lá, viram Celine desmaiada.
– Cel! O que ele fez com você? – Gritou Danna correndo em direção à amiga.
– Acabou! Sua amiga já está morta! – Disse Tomz.
– Não! Não! Não pode ser! Celine não morreu! Traga ela de volta, faça-a viver, agora! – Disse Danna chorando muito.
– Acabou! – Gritou Tomz.
– E eu quero minha irmã! Onde ela está? – Perguntou Katy.
– Sua irmã está em um lugar muito especial, mas eu não a darei para você agora!
– Cadê minha irmã? – Gritou Katy.
– Já que você insiste… Sua irmã está presa perto da saída da Floresta da Campina, mas ao anoitecer, os animais saem para caçar, e ela será o prato principal deles, e apenas com a sua ajuda, com a ajuda de Celine, e de Danna, sua irmã poderá ser solta. E não se esqueça que depois que vocês salvarem ela, vocês nunca mais conseguirão entrar na floresta!
– Mas Celine está morta! – Disse Katy.
– Vocês não precisam fazer nenhum esforço para soltar Jenny, apenas encostar suas mãos no que a prende. Celine não precisa estar viva para soltar Jenny!
– Por favor, Danna, vamos levar Celine e ir soltar minha irmã! Já está anoitecendo. – Disse Katy.
– Devemos ajudar todos os seres mágicos primeiro Katy, se ajudarmos sua irmã agora, nunca mais voltaremos. – Disse Danna ainda chorando.
– Mas temos pouco tempo antes de anoitecer.
– Eu tive uma idéia Katy, não se preocupe.
Danna e Katy pegaram Celine no colo, e com muita dificuldade correram para onde estavam os Froutgh. Elas colocaram Celine em um, e Danna foi junto para segura-la, e Katy foi no outro. Com dois segundos, elas já estavam no lugar de onde elas haviam saído para ir para a montanha.
Lá, elas viram Shagtyn.
– Shagtyn, nos ajude de novo, por favor! Por acaso existe algum ser mágico do tempo, que faça o tempo parar? – Perguntou Danna.
– Existe sim, é a Fada do Sol, ela consegue mover o sol, e com isso poderá segura-lo por algum tempo!
– Está perfeito! Só não queremos que anoiteça. Você poderá pedir para ela fazer isso agora? – Perguntou Danna.
– Posso sim, mas tem um pequeno problema…
– Fale Shagtyn.
– Ela está passando mal, e a única coisa que poderá curá-la é a Flor do Bosque de Haruylm.
– E onde tem essa flor?
– No Bosque de Haruylm, o lugar mais temido dos seres mágicos, esse lugar neutraliza toda a magia!
– Onde fica? Como nós não temos magia, poderemos ir para lá sem nenhum problema!
– Lá é muito perigoso, vocês querem ir mesmo?
– Nós precisamos da ajuda da Fada do Sol! – Disse Katy.
– E mais uma coisa… – Disse Danna com um ar de tristeza. – Tomz matou Celine…
– Isso não é problema… – Shagtyn começou a falar, mas foi rapidamente interrompido por Danna.
– Como assim não é problema?! – Se irritou.
– Isso não é problema porque temos a fada da não-magia, ela pode remover toda a magia que tem em um ser, e como Celine provavelmente foi morta com magia, a fada Elya poderá ajudar!
– Mas e se ela não foi morta com magia? – Perguntou Danna ainda preocupada.
– Ele não perderia tempo a matando de outra forma! Ele tirou as energias dela, ela deve ter ficado fraca, então ele lançou algum feitiço para matá-la! – Disse Shagtyn.
– Então vamos logo pegar a Flor do Bosque de Haruylm! E enquanto nós vamos, Shagtyn, você pode levar Celine para a fada Elya?
– Posso sim, mas antes, não querem comer algo? Vocês devem estar mortas de fome! – Perguntou Shagtyn.
– Com tudo isso, eu nem havia reparado minha fome. Mas é melhor não, temos pouco tempo até o anoitecer, e devemos achar a Flor do Bosque de Haruylm! – Disse Danna.
– Vocês também devem estar cansadas, enquanto comem, ficam sentadas, descansando um pouco. E para ajudar, enquanto vocês comem, eu mando preparar sacos com água e comida! – Insistiu Shagtyn.
– Vamos Danna, estou muito cansada e com fome! Faltam 3 horas para anoitecer! – Disse Katy.
– Tudo bem, então nós vamos! – Disse Danna, soltando um pequeno sorriso.
Shagtyn chamou 4 Froutghs, um para cada um deles, e em 1 segundo, lá estavam eles, na entrada do esconderijo.
Não percam o capítulo 7 – A magia do esconderijo dos seres mágico
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Tem 14 anos e mora em Vila Velha - Espírito Santo. Sincera, gentil, feliz, tímida, divertida, preguiçosa, às vezes faz muita palhaçada na hora errada e inteligente. Ama design, HTML, photoshop, já até pensou em cursar isso, mas o que a impressiona é medicina, mais precisamente cirurgias. Seu coração primeiramente é de Deus, depois sua família, amigos, seus bichinhos de estimação (4 passarinhos, 2 coelhos e 1 cachorro), ama estudar, na verdade não ama estudar, apenas vai amar passar na faculdade, por isso "ama" estudar.


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